ultima versão.acredito 11.09.2008
Escrito por Clodomir Monteiro às 23h23
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Sagittaria montevidensis, Cham.et Schlecht
O PAI A FLECHA A GOSTO Quem gera a flecha octogonal
I
Introdução do pai outono
o pai na flecha que o define não finda o fim de quem o tem se quem não tem vivo o seu arco vive a procura pela haste arremessada sem a ponta
II
constante arte armadeira
constante a haste de madeira provida pedra aguçada pontuda tem inconstante ferro flèche a origem fala mecha penas ou barbas nesta langue
III
objeto forma da flecha
se quem ataca quer vencer munida vem de um entalhe adaptado à corda d`arco o pai será bem conformado ele objeto flecha e seta
IV
pai geometria octogonal
a quem do raio perpendicular à corda o pai acerta geometria flecha jungida entre esta e o arco gera figura a outra flecha bela da natureza parteira da vida
V
na arquitetura dos arque dutos
agulha de piramidal remate da torre igreja obra sacro oficio templo arquiteto demais edifícios o pai agulha construtor profano provê fachada santos aquedutos
VI
paterna construção mecânica
Pai curvatura viga que situa peça obediente transversal esforço integra inteiro o seu comprimento à largura abaixo e acima flutua não cria só com a terra mãe atua
VII
reina Sagittaria montevidensis
na embocadura também reina flecha do pai rebento enxerto terminal flecha galocha a proteger a brecha inflorescência fogo das gramíneas pai planta aquática ornamental
VIII
botão da paternidade botânica
sinal do desenho certeira flecha durante a vida educa e dirige pai quase sempre martim-pescador. busca comida outonando amor flecha de parto filho pai revive
Clodomir Monteiro Rio Branco, 1/ 2.8.2007
Escrito por Clodomir Monteiro às 22h29
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Escrito por Clodomir Monteiro às 22h16
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SOBRE O AUTOR
 
Clodomir Monteiro Presidente da Academia Acreana de Letras, Clodomir Monteiro, ladeado pelos imortais Tião Viana (E) e Silvio Martinello
Escritor e professor da Universidade Federal do Acre, pertenceu a vários movimentos poéticos de vanguarda, em especial ao "Instauração Praxis". Publicou, entre outros, De roteiro de rotinas, Costura geral sob medida, A sinuca da olaria ou O jogo do texto do tijolo, artigos e poemas. É editor responsável pelo suplemento Contexto Cultural, há mais de dez anos, encarte do jornal O Rio Branco, do Acre, com intercâmbio com o Brasil e diversos países das Américas, Europa e África. Formado em Teologia, Filosofia, Letras e Direito, com pós-graduações em Antropologia e Cultura Brasileira. Presidente da Academia Acreana de Letras.
Escrito por Clodomir Monteiro às 16h32
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PARA VERDES CAVALEIROS
Clodomir Monteiro
23/06/2007
Cavaleiro galopa letra amansa
de verdes ver atol da esperança
ao ver brilhar no céu planeta vênus
madruga e dança belo Peter Pança
vai galopando a palavra vesgo
na noite circulando sonho alcança
jamais denota esmos em si mesmos
amadurece a sazão da infância
coração trota esperando o mote
que escreveu e conviveu com simpleces
o seu chicote acalma Don Quixote
ao ler Machado pega sua acha
mas conta o conto do cavalo obeso
por ter comido e soletrado os príncipes
e a gulodice deixou ventre preso
ficou rodando de cabeça baixa
agora trota ao largo do meu passo
cavalga coração não quer cabresto
é como é, e não aperto o laço,
não se perde nem eu enfarto o texto
Escrito por Clodomir Monteiro às 16h05
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DIAGNÓSTICO

No dia o tempo de virar o sol na noite o tempo de soltar a lua enquanto o dia não engole o sol enquanto a noite não quiser ser nua ninguém sabe se comendo o dia a lua chega e o saber atua quem é quem por dentro quem é quem na margem? se sempre o homem semeou na mente se sempre a vida segue seu roteiro se sempre a planta vem de uma semente se sempre o fruto é que nos sustenta se sempre a morte vai mudar sua sorte por que saber o que se faz na rua pescar o sol sem ser um bom anzol durante o dia se conhece o gato durante a noite se descobre o pardo nem sempre claro anoitece a tarde nem sempre cedo adiar o medo certo comendo o dia alimento a cor olhando a noite elimino a dor olho correndo vai formando a rota o sol surgindo de uma lua morta : no diagnose do que é ( e não ) estamos prontos para planejar o que fomos e seremos no dia se amortece a noite e ela sobe através
Escrito por Clodomir Monteiro às 15h38
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PONTOS DA INDIA

Tao talvez na balança consiga mesmo olhando Darmas de outras eras
eras em horas meditas as mãos cheias vazias vias mergulho no mar
tao fugaz aparência os atos nos pratos eternos via vontade do darma
vivi na India mil vezes mil sacrificios de Deus lila no palco de Krishna
Maya traz ilusão da coxia deixa, no ato, magia real Karma incorpora poesia
tao serenos poetas de Brahman inspirados por Upanishads drama essência de Atman
ouvimos mil tantras na India tantas vezes coxias divinas neste palco poetas de Lila
Escrito por Clodomir Monteiro às 15h18
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LA EVOLUCIÓN DE LOS PINOS
"LA EVOLUCIÓN DE LOS PINOS ES COMO EL “BOLERO RAVEL”
 
Mozart embala meu sonho e me encanta Ravel você transporta os dois meu tema sempre filipe amo os dois e você
ao re rever este olhar linda sonata de luz terna emoção me invade já não me sinto tão triste amo os dois clara e gema
não tenho inveja de Mozart não me fascina Bethovem quem me derrota é Ravel bolero eterno insiste sou sua pele de novo
esta sonata me acalma me faz dormir em seu seio mas é preciso acordar programo só cinco vezes `stou entre a casca e o ovo
Ravel nos lembra infinito nascer morrer e migrar é a evolução dos pinheiros proclamo três almas gemeas amo nós dois e você
LA EVOLUCIÓN DE LOS PINOS ES COMO EL “BOLERO DE RAVEL” Así, después de más 100 millones de años, la evolución de los pinos, a medida que sabemos más cosas de ella, se parece cada vez más al Bolero de Ravel, en el que el mismo tema se repite una y otra vez en una constante colonización de ambientes áridos (tanto fríos como secos) y una continua extinción de linajes y especies que no logran sobrevivir a un cambio lento en las condiciones ecológicas.
Escrito por Clodomir Monteiro às 14h14
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